• Evatania Azevedo

Com os pais e escola, o que gera uma boa educação?



O futuro da educação é sempre algo que se deve discutir para ampliar horizontes, e sobre como as tecnologias impactam a aprendizagem das crianças hoje e no futuro. É matéria muito importante. Observe algumas dicas de como cuidar melhor do ensino para a geração alpha!


Geração Alpha: crianças nascidas após o ano 2010. O período mais tecnológico, informatizado e totalmente digital.


Pensar em ambiente socialmente adequado, relacionamentos estimulantes, conteúdo curricular desafiador, perspectivas de ações e reações profissionais, Ufa... Entre estes e outros pontos igualmente importantes a proposta pedagógica deu um salto e caiu. Só Deus sabe onde!!!


Então, vamos por partes... Ok? Precisamos olhar essa geração por suas características:


Vou formular 4 ou 5 perguntas que respondidas com sinceridade e individualidade podem ajudar a encontrar uma direção.

As crianças de até 10 anos, geração alpha; São realmente mais inteligentes ou tem mais agilidade para obter informações? - E entenda como inteligência a capacidade de resolver problemas de forma criativa e inovadora.

Observe o seu caso e responda sim ou não.


A geração alpha apresenta grau de curiosidade? - Observe seu filho/a fazendo perguntas e observe se o ajudam a compreender melhor as questões?

Observe o seu caso e responda sim ou não.


A nossa criança, filho/a, é mais empática do que fomos na mesma idade? Lembre-se que empatia é uma capacidade importante por desencadear uma sociedade mais humana, solidária e responsável por aplicar nossos valores há muito conquistados com lutas e sacrifícios.

Observe o seu caso e responda sim ou não.


As crianças, pré-adolescentes e adolescentes até 12 anos apresentam habilidades adequada para executar raciocínio acima de 20 minutos? Exemplos: Leitura, desenho, aprendizado de instrumentos musicais, atividade matemática, quebra-cabeça de montar, jogo de tabuleiro, mesmo que seja on-line e outras atividades que exijam esse tempo de concentração.

Mesmo que seja apenas um sim nos itens acima já vale. Observe o seu caso e responda sim ou não.


Fique feliz se descobriu mais sim do que não, fique atento se foi mais não do que sim e converse com um profissional.


É desafiador para os adultos a responsabilidade educar as crianças da geração alpha, no meio de tantas transformações. Queremos dar a elas a merecida diversão e leveza da infância, na maioria das vezes com muita proteção. Ao mesmo tempo, nos damos conta de como é difícil entrar em confronto com o avanço da tecnologia, não é mesmo?


Como você viu, essa geração é mais autônoma em relação às próprias dúvidas e curiosidades. Assim, o novo assunto que o professor apresenta na sala de aula nem sempre é exatamente uma novidade, pois existe grande possibilidade de a criança já ter assistido a vídeos ou acompanhado um youtuber sobre o tema.


Isso exige dos professores e dos pais um pouco mais de dinâmica no ensino do conteúdo. Outra dificuldade que faz parte da educação dessa geração é a baixa habilidade emocional. As crianças têm tendência a sentir mais empatia, no entanto, nem sempre conseguem lidar com suas próprias emoções e fracassos.


Por estarem conectadas com os dispositivos desde sempre, as crianças lidam muito bem com a tecnologia. Por isso, usá-la dentro da educação e do processo de desenvolvimento faz todo o sentido.


Games podem contribuir no ganho de algumas habilidades, como raciocínio lógico, concentração e memória. A tecnologia também é uma aliada ao transmitir conceitos importantes. Há canais no YouTube, por exemplo, que ensinam sobre Física, Química e História, usando uma linguagem leve e dentro da realidade da criança. Isso é um ponto positivo.


No entanto, o caminho das emoções se desenvolve sem parâmetros dentro do ser humano que se forma atrás do medo, da insegurança e da frustração.


Os desafios são inerentes e se prestam a mostrar onde está a necessidade do indivíduo, na escola ou na família. Olhamos para este lado e percebemos que somos humanos, graças a Deus, e seguimos apoiando uns aos outros para encontrarmos um novo caminho. Educar é difícil, mas necessário para construção de uma sociedade mais justa e igualitária.


E sem a pretensão de trazer solução mágica, mas com o compromisso de ser útil, me coloco a disposição para uma conversa franca sobre a melhor forma de interagir com cada caso com olhar atento e uma escuta criteriosa.




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